A Gênese da Antropologia Criminal: Uma Análise Exaustiva da Vida, Obra e Legado de Cesare Lombroso

A transição do século XVIII para o século XIX marcou uma profunda transformação nos paradigmas filosóficos, científicos e sociais do continente europeu. Impulsionada pelo declínio das estruturas feudais absolutistas, pela expansão dos ideais iluministas e pela consolidação da Revolução Industrial, a sociedade ocidental passou a demandar novas formas de compreender e gerir o comportamento humano.1 O racionalismo abstrato, que até então orientava as ciências jurídicas, começou a ceder espaço a uma nova ordem epistemológica: o cientificismo. Fundamentado no positivismo de Auguste Comte e nas teorias evolucionistas de Charles Darwin, este novo paradigma propunha que a humanidade e suas mazelas não deveriam ser analisadas através de construções metafísicas ou teológicas, mas sim por meio da observação empírica rigorosa, da medição e do determinismo biológico.1

É neste intrincado e efervescente cenário intelectual que emerge a figura de Cesare Lombroso, médico, psiquiatra e antropólogo italiano cujas teorias alterariam de forma indelével a trajetória da criminologia e do direito penal em escala global.4 Ao propor que a criminalidade não era uma mera escolha racional ou uma falha moral transitória, mas sim um fenômeno inerentemente biológico, inato e patológico, Lombroso fundou a Escola Positiva de Criminologia. Esta escola operou um deslocamento ontológico sem precedentes: o eixo central do sistema penal deixou de ser o “crime” — compreendido como uma entidade jurídica abstrata — para se concentrar no “criminoso” — o sujeito patológico e cientificamente observável.2

A presente análise dedica-se a perscrutar as multifacetadas dimensões da vida, das formulações teóricas e do duradouro legado de Cesare Lombroso. A investigação abrange desde suas raízes biográficas e sua rigorosa formação acadêmica até a dissecação de suas obras seminais, como a controversa tese do criminoso nato, a análise da delinquência feminina, a patologização do ativismo político e a intersecção entre genialidade e loucura. Ademais, o estudo debruça-se sobre a herança intelectual de suas filhas, Gina Lombroso Ferrero e Paola Lombroso Carrara, que navegaram à sombra do determinismo paterno enquanto construíam suas próprias trajetórias marcantes na medicina, na literatura e na pedagogia social.6 Por fim, examina-se a profunda assimilação de suas ideias pelo sistema jurídico-penal latino-americano, com especial ênfase no contexto brasileiro pós-abolição, culminando em uma avaliação crítica moderna que desconstrói a validade científica de seus preceitos orgânicos, sem ignorar a sua importância incontornável como o marco inaugural da criminologia empírica e biossocial contemporânea.9

Fundamentos Biográficos e Trajetória Intelectual

Ezechia Marco Lombroso, universalmente conhecido e consagrado nos anais acadêmicos como Cesare Lombroso, nasceu na cidade de Verona, então pertencente ao Reino Lombardo-Vêneto, em 6 de novembro de 1835.4 Oriundo de uma abastada família judaica de ascendência espanhola — cujos antepassados haviam sido expulsos da Península Ibérica pelos Reis Católicos em 1492 —, Lombroso cresceu em um ambiente familiar que, embora marcado por eventuais e imprevisíveis reveses financeiros ao longo das décadas, manteve-se inabalavelmente estimulante do ponto de vista cultural e intelectual.4 Seu pai, Aronne Lombroso, exercia a profissão de comerciante local com reputada honestidade, e sua mãe, Zeffora (frequentemente grafada como Zefira) Levi, originária de Chieri, nas proximidades de Turim, descendia de uma proeminente e reverenciada linha de rabinos, pensadores e estudiosos da teologia judaica.5

Apesar da forte herança religiosa, foi seu tio materno, o escritor e poeta David Levi, quem exerceu a influência mais decisiva em seus anos formativos. Levi, que ocupava um lugar de destaque na literatura italiana da época, instigou no jovem Cesare um apetite voraz pela literatura clássica, pela pesquisa histórica e pela observação meticulosa da natureza.5 Relatos biográficos apontam que, possuidor de uma inteligência precoce e uma curiosidade insaciável, Lombroso, aos doze anos de idade, já escrevia ensaios complexos sobre a grandeza e a decadência do Império Romano, demonstrando uma inclinação analítica que moldaria todo o seu futuro.13

A vocação científica de Lombroso cristalizou-se formalmente quando, em 1852, ingressou na Universidade de Pavia para iniciar seus estudos superiores em medicina. Sua formação foi ampliada e diversificada através de passagens pelas conceituadas universidades de Pádua e Viena.4 A atmosfera acadêmica europeia daquele período fervilhava com intensos debates filosóficos que opunham o espiritualismo clássico ao emergente e vigoroso materialismo científico. Durante esses anos de intensa absorção intelectual, Lombroso foi profundamente influenciado pelo positivismo francês, que pregava a primazia absoluta do conhecimento científico calcado em dados sensoriais observáveis, pelo materialismo médico alemão, que buscava incessantemente explicações anatômicas e fisiológicas para fenômenos psicológicos, e pelo evolucionismo inglês, que redefinia a posição do ser humano na ordem natural.4

Após graduar-se como médico no ano de 1858, a trajetória de Lombroso foi abruptamente imersa no conturbado contexto geopolítico da unificação italiana, um período histórico conhecido como o Risorgimento. Movido por um senso de dever cívico e pela oportunidade de expandir seus horizontes clínicos, Lombroso alistou-se como médico voluntário no exército nacional italiano, servindo ininterruptamente entre 1859 e 1865.4 Este período militar provou-se ser o grande laboratório empírico de sua vida. Foi nos acampamentos militares e nos hospitais de campanha que Lombroso iniciou as observações metódicas que formariam o embrião irrefutável de sua futura teoria antropocriminal. Ele começou a medir, classificar e catalogar sistematicamente as características físicas, as variações morfológicas, as tatuagens e os comportamentos dos soldados provenientes de diversas regiões da Itália.14 Em suas anotações, Lombroso passou a correlacionar fenômenos comportamentais, como a indisciplina militar endêmica, a agressividade e a propensão à violência, com traços morfológicos específicos e hábitos culturais, desenvolvendo um olhar clínico que patologizava o desvio de conduta.14

Com o término de seu serviço militar, essa prática de medição frenológica e catalogação fisiognômica acompanhou-o integralmente quando assumiu a direção de diversos hospitais psiquiátricos e manicômios nas localidades de Pavia, Pesaro e Reggio Emilia, prestando serviços entre 1863 e 1872.4 O contato diário e exaustivo com indivíduos diagnosticados com alienação mental profunda permitiu a Lombroso aprofundar suas investigações sobre a estreita e frequentemente indistinta fronteira que, em sua visão analítica, separava a loucura clínica da criminalidade violenta.3

O verdadeiro ponto de virada paradigmático em sua carreira — o momento que catalisaria a fundação da criminologia positivista — ocorreu em 1871. Na ocasião, Lombroso foi encarregado de realizar a autópsia de Giuseppe Villella, um notório criminoso originário da Calábria, famoso por sua agilidade incomum, cinismo e vasta folha de antecedentes que incluía roubo qualificado e incêndio criminoso.14 Ao examinar minuciosamente o crânio de Villella, Lombroso identificou uma anomalia anatômica específica na base craniana: uma fosseta occipital média. Esta particularidade óssea era uma característica morfológica normalmente encontrada em primatas inferiores e roedores, mas considerada extinta ou ausente em seres humanos evolutivos superiores.14 Para Lombroso, essa descoberta não foi um mero acaso médico; foi uma epifania revolucionária. O crânio de Villella forneceu a “prova” material inquestionável que ele buscava para ancorar sua teoria revolucionária. O criminoso, postulou Lombroso a partir de então, não era uma figura moldada exclusivamente por falhas morais, má educação ou escolhas racionais equivocadas, mas sim um ser biologicamente degenerado, uma relíquia anatômica atávica que havia sobrevivido anacronicamente na modernidade civilizada.2

Com sua reputação em franca e acelerada ascensão nos círculos intelectuais europeus, Lombroso assumiu a prestigiada cátedra de medicina legal e higiene pública na Universidade de Turim no ano de 1876. Esse mesmo ano testemunharia a publicação da primeira edição de sua obra magna, O Homem Delinquente (L’Uomo Delinquente), um divisor de águas na história do direito e da ciência.4 Em 1896, sua autoridade acadêmica foi expandida ao ser nomeado professor de psiquiatria e, na coroação de sua carreira em 1906, assumiu a cátedra de antropologia na mesma instituição. Durante sua prolífica e incansável carreira, Lombroso não apenas escreveu exaustivamente, mas também fundou periódicos científicos altamente influentes, notadamente o Archivio di Psichiatria, antropologia criminale e scienza penale (1880), que se tornou o principal porta-voz do movimento positivista penal global.4 Transformado na figura central e no grande patriarca de congressos internacionais de medicina e antropologia criminal, Cesare Lombroso continuou a trabalhar e debater ativamente até o seu falecimento em 19 de outubro de 1909, na cidade de Turim, aos 73 anos de idade.4

A Escola Positiva de Criminologia: Uma Ruptura Epistemológica Absoluta

Para compreender integralmente a magnitude e o impacto sísmico das ideias de Cesare Lombroso, é imperativo situá-las em contraste direto com o paradigma jurídico-penal que exercia hegemonia absoluta até aquele momento histórico: a Escola Clássica de Direito Penal. A Escola Clássica, que teve no pensador iluminista Cesare Beccaria o seu expoente máximo e fundacional no final do século XVIII, erigiu-se sobre os robustos pilares do Iluminismo, do contratualismo social e do racionalismo burguês incipiente.1

Nessa perspectiva clássica, o ser humano era concebido invariavelmente como um ente dotado de livre-arbítrio absoluto, perfeitamente capaz de ponderar com clareza os custos e benefícios de suas ações através do raciocínio lógico. O crime, portanto, era interpretado estritamente como uma escolha racional, voluntária e, sobretudo, como um ente jurídico — uma violação objetiva do pacto social acordado entre os cidadãos e o Estado. Consequentemente, a pena aplicada pelo sistema de justiça possuía uma função estritamente retributiva, moralizadora e dissuasória. A punição deveria ser matematicamente e legalmente proporcional ao dano causado pelo delito em si, visando expiar a má escolha do indivíduo infrator, reparar a ordem jurídica violada e proteger os direitos humanos contra o arbítrio e a violência desmedida que caracterizavam as instituições feudais de poder.1 Para a Escola Clássica, a biologia ou a psique do indivíduo eram irrelevantes; o que importava era a responsabilidade moral pelo ato cometido.

O advento explosivo da Escola Positiva, capitaneada inicialmente por Lombroso e posteriormente consolidada, sistematizada e expandida pelas brilhantes mentes do sociólogo Enrico Ferri e do jurista Raffaele Garofalo, representou um ataque frontal e devastador aos intocáveis pressupostos clássicos.2 Imbuída do espírito do positivismo evolucionista e sustentada pelo determinismo científico do século XIX, a Nova Escola Positiva argumentava com veemência que o conceito clássico de livre-arbítrio era uma ilusão teológica perigosa, um mito filosófico sem sustentação na realidade orgânica do ser humano.2 A argumentação positivista era clara: se o comportamento humano é indubitavelmente regido pelas mesmas leis causais inescapáveis que governam o mundo natural, o reino animal e a física, o crime não pode ser o produto de uma escolha livre e imaculada. O delito é, na verdade, o resultado inevitável e previsível de forças biológicas congênitas, injunções psicológicas anormais e pressões sociais ambientais que coagem e predeterminam a ação do indivíduo.2

A partir dessa premissa determinista inegociável, a Escola Positiva operou o seu mais profundo deslocamento metodológico e ontológico: o foco da análise penal deixou de ser o crime (o fato legal abstrato e a responsabilidade moral) para se concentrar implacavelmente no criminoso (o autor orgânico do fato e sua constituição material).4 A criminologia emergiu, assim, não como um apêndice do direito penal, mas como uma disciplina científica autônoma e soberana, adotando sem ressalvas o método empírico, indutivo, médico e experimental, em oposição ao dedutivismo lógico dos juristas clássicos.2

A historiografia do pensamento penal e criminológico reconhece que a Escola Positiva desenvolveu-se através de três fases interligadas e interdependentes, cada uma personificada de forma proeminente por seus três maiores pensadores, formando o que se convencionou chamar de triumvirato positivista 1:

Fase do PositivismoPrincipal ExpoenteEnfoque Teórico e Contribuição Metodológica
Fase AntropológicaCesare LombrosoCentrada no determinismo biológico estrito, na herança evolutiva atávica e na identificação de anomalias morfológicas (estigmas físicos e psicológicos) como a causa primordial da conduta do delinquente.1
Fase SociológicaEnrico FerriFocada nas causas multifatoriais e sistêmicas do crime. Adicionou os imprescindíveis fatores físicos (clima, geografia) e sociais (economia, desigualdade, densidade demográfica) à base biológica antropológica originária.1
Fase JurídicaRaffaele GarofaloDedicada a transpor os princípios científicos da antropologia e da sociologia criminal para a formulação prática de um novo e repressivo sistema de direito penal, focado não na culpa, mas na “temibilidade” (periculosidade) do agente e na necessidade profilática de defesa da sociedade.1

O Triumvirato Positivista: A Expansão Estrutural de Ferri e Garofalo

Embora Cesare Lombroso tenha sido o indubitável pioneiro a desbravar o terreno, as suas teses antropológicas puras e brutas enfrentaram considerável resistência inicial, até mesmo entre simpatizantes do cientificismo, devido ao seu reducionismo extremo que creditava a criminalidade quase exclusivamente ao crânio e aos genes. Coube a Enrico Ferri (1856–1929), um brilhante sociólogo, político socialista e jurista de formação, a monumental tarefa de ampliar, refinar e dar contornos institucionais ao escopo da Escola Positiva, salvando-a do isolacionismo médico.2

Ferri, possuindo uma visão mais holística da natureza humana e da organização das cidades, propôs que a criminalidade não era fruto de uma única causa (a deficiência biológica atávica propugnada por seu mestre Lombroso), mas resultava da interação inevitável de uma tríplice ordem de fatores condicionantes. Ele categorizou esses fatores como: fatores antropológicos (que incluíam a constituição orgânica, as anomalias cranianas e a psique do indivíduo, corroborando as descobertas morfológicas de Lombroso); fatores físicos ou telúricos (que englobavam as influências do meio ambiente natural, como o clima, a temperatura, a topografia e as estações do ano na facilitação de determinados delitos); e, crucialmente, os fatores sociais (que abrangiam a densidade populacional, as crises econômicas, a miséria, o desemprego, a religião, os costumes locais, a estrutura familiar e o alcoolismo).2

Com base nessa visão determinista multifatorial, Ferri desenvolveu uma classificação tipológica dos criminosos significativamente mais elaborada, flexível e abrangente do que a categorização binária inicial de Lombroso. A tipologia de Ferri, que exerceria uma influência monumental na codificação penal de diversos países no século XX, dividia os infratores em cinco categorias fundamentais 18:

Tipologia Criminal (Enrico Ferri)Características e Etiologia da Conduta Delitiva
Criminoso NatoO indivíduo atávico originalmente descrito por Lombroso. Possui uma inegável predisposição biológica e congênita ao crime, caracterizado pela insensibilidade moral, impulsividade desproporcional e crueldade inata. A punição clássica é inútil; exige neutralização.18
Criminoso Louco (ou Alienado)O indivíduo que delinque como resultado direto de patologias psiquiátricas graves, alienação, semiloucura ou profunda debilidade mental. Age pela ausência completa de compreensão moral e necessita de tratamento asilar compulsório.18
Criminoso HabitualAquele cuja constituição biológica não é necessariamente e severamente anômala, mas que, devido à exposição crônica a um ambiente corruptor, à miséria urbana, ao sistema penitenciário falho e à marginalização, faz do crime o seu meio de vida regular e rotineiro.18
Criminoso OcasionalUm indivíduo em grande parte moralmente normal e sem taras físicas evidentes, mas que cede à prática esporádica do delito apenas quando provocado por estímulos externos ambientais irresistíveis ou por tentações em circunstâncias excepcionalmente facilitadoras.20
Criminoso PassionalAquele que comete infrações graves impulsionado exclusivamente por emoções avassaladoras ou “tempestades psíquicas” momentâneas (como o ciúme extremo, a defesa cega da honra ou o amor furioso). Age no ímpeto, mas possui um histórico prévio de integridade moral e social.19

A negação categórica do livre-arbítrio por parte de todos os teóricos da Escola Positiva implicou, juridicamente, na destruição absoluta do conceito clássico de culpabilidade moral como requisito para a punição. Se o homem não é livre para não delinquir, não pode ser moralmente censurado ou punido retributivamente por suas ações. Em seu lugar, para justificar a contínua intervenção do Estado sobre a vida e a liberdade dos cidadãos, Ferri e Raffaele Garofalo erigiram e consolidaram os conceitos substitutos de responsabilidade social e periculosidade (também referida nos textos da época como temibilidade).2

Garofalo, responsável pela formulação teórica do “delito natural” — definido como ações que ofendem intrinsecamente os sentimentos altruísticos básicos de piedade (compaixão pelo sofrimento alheio) e probidade (respeito à propriedade alheia) presentes em todas as sociedades civilizadas independentemente da legislação codificada —, argumentava que o sistema penal precisava ser urgentemente higienizado da teologia da culpa.17 A função da pena e do direito, segundo a ortodoxia positivista, transmuta-se unicamente na Defesa Social: o Estado, funcionando como o “sistema imunológico” do grande “organismo social”, tem o dever biológico de aplicar sanções profiláticas, curativas ou extirpatórias para proteger a maioria saudável da sociedade contra os indivíduos patológicos e perigosos.2 Consequentemente, se o criminoso nato ou louco não tem cura e é perene em sua periculosidade, a sociedade tem o direito moral e científico de ser defendida por meio da neutralização definitiva, o que conferiu uma preocupante legitimidade científica à defesa ardente de medidas estatais drásticas, incluindo o isolamento celular perpétuo (asilos de segurança máxima) e, em casos extremos de irrecuperabilidade, a aplicação profilática da pena de morte como uma forma de amputação social cirúrgica.2

A Doutrina Lombrosiana em Foco: O Atavismo e a Gênese do Criminoso Nato

A pedra angular, a fundação insubstituível de todo o edifício teórico construído por Cesare Lombroso é a famosa tese do criminoso nato. Articulada exaustivamente, com vasto apelo a dados estatísticos rudimentares, fotografias e medições cadavéricas em sua monumental obra O Homem Delinquente (1876), a teoria postula que uma proporção estatisticamente significativa e inalterável dos delinquentes (estimada por Lombroso em cerca de um terço de toda a população carcerária) não “se torna” criminosa pelas vicissitudes da vida, pela educação deficiente ou pela pobreza material, mas inquestionavelmente “nasce” com uma predisposição biológica e hereditária irremediável para a prática violenta e predatória.2 Essa predisposição fatal seria o resultado inevitável de um fenômeno que Lombroso, ancorado na biologia evolutiva da época, denominou de atavismo.9

Apoiando-se no vocabulário legitimador do darwinismo social nascente e nas ideias pré-darwinianas de um desenvolvimento linear e hierárquico da evolução da espécie humana, Lombroso argumentava apaixonadamente que o criminoso nato era um autêntico “erro biológico”, um tropeço da natureza. O delinquente representava uma regressão somática e congênita a estágios primitivos, animalescos e selvagens da filogênese humana.4 Em outras palavras, o comportamento destrutivo, egocêntrico e violento que caracterizava a luta pela sobrevivência dos ancestrais pré-históricos do homem — e que era perfeitamente natural e funcional para a autopreservação em eras brutais do passado evolutivo — ressurgia de forma anômala e desastrosa em corpos de indivíduos nascidos na modernidade. Consequentemente, o criminoso nato não era classificado como uma pessoa fundamentalmente má em sentido moral ou espiritual, mas como um ser física e mentalmente doente, imaturo na escala evolutiva, e dotado de uma constituição fisiológica que o tornava organicamente incapaz de compreender e adaptar-se às rigorosas normas de contenção, altruísmo e respeito à propriedade exigidas pela civilização contemporânea.4

O Triunfo da Frenologia, Fisiognomia e os Estigmas da Delinquência

A inovação lombrosiana residia na alegação de que era possível identificar cientificamente esses espécimes degenerados antes mesmo de eles cometerem qualquer crime efetivo, baseando-se unicamente em suas características físicas externas. Para tal feito, Lombroso recorreu exaustivamente aos campos da antropometria (ciência das medidas do corpo humano), à fisiognomia (a antiquíssima prática de avaliar o caráter moral através das feições do rosto) e à frenologia (o estudo minucioso das protuberâncias, depressões e medidas cranianas para determinar tendências e limitações mentais intrínsecas).5 Valendo-se de seu prestígio acadêmico e institucional, ele conduziu medições frenéticas em dezenas de milhares de soldados, prisioneiros vivos reclusos nos cárceres italianos e em crânios pós-morte nos anfiteatros de anatomia, em uma busca obstinada para desenhar e padronizar de forma inquestionável uma morfologia tipicamente criminosa.14

Segundo os relatórios e compêndios publicados pelo autor, a natureza atávica e selvagem manifestava-se irrefutavelmente através da presença no corpo de múltiplos “estigmas” (sinais físicos, patológicos e psicológicos estruturalmente aberrantes). A presença cumulativa desses estigmas indicava o grau de degenerescência do indivíduo. Alguns dos estigmas físicos anatômicos mais proeminentes, perigosos e frequentemente associados à figura trágica do criminoso nato incluíam 9:

  • Assimetria severa craniana e desproporção na arquitetura facial.
  • Mandíbulas exageradamente grandes, pesadas e proeminentes (simulando a estrutura facial de carnívoros).
  • Orelhas deformadas, frequentemente descritas em formato de alça ou excessivamente salientes.
  • Testa acentuadamente recuada, indicando, na ótica da época, um subdesenvolvimento do lobo frontal responsável pelo freio moral.
  • Assimetria no tamanho dos membros, ou um comprimento disforme e simiesco dos braços e mãos.
  • Anomalias na disposição dos dentes e fendas estruturais no palato.
  • Anomalias sensoriais, com especial destaque para uma insensibilidade anormal à dor física (analgesia), característica esta que Lombroso afirmava estar refletida e comprovada na elevada prevalência e tolerância ao doloroso processo das tatuagens extensas entre as populações carcerárias masculinas.18

Contudo, Lombroso era meticuloso o suficiente para não limitar a sua cartografia da degeneração apenas à estrita anatomia física do corpo. Ele listou com igual rigor dezenas de características comportamentais, emocionais e socioculturais atávicas, tais como o uso excessivo de gírias cifradas, gestos bruscos e o jargão impenetrável do submundo, linguagens que ele comparava sem hesitação aos dialetos guturais de povos indígenas ou tribos consideradas primitivas.18

Mais além, na tentativa de criar uma taxonomia preventiva que permitisse a intervenção médica e estatal desde os primeiros anos de vida, Lombroso formulou a assustadora existência de 13 estigmas psicológicos na infância que, se presentes de forma combinada em uma criança, revelariam indiscutivelmente as sementes incorrigíveis do comportamento delinquente futuro. Esta lista incluía traços como: a crueldade inata e desmotivada (especialmente contra animais indefesos e companheiros de escola mais fracos), a preguiça patológica, a vaidade exagerada e fútil, a predisposição incontrolável à cólera e ao furor, a precocidade sexual perversa e, como traço central unificador, uma completa e aterrorizante deficiência de senso moral, combinada à incapacidade biológica de experimentar remorso ou culpa empática após infligir dor aos outros.4

A Equivalência Sombria entre Genialidade e Loucura

O apetite de Lombroso pela investigação do desvio biológico em relação à normalidade evolutiva não se restringiu, entretanto, ao universo escuro da população carcerária e das patologias evidentes. Em uma expansão audaciosa de sua teoria positivista, ele publicou em 1888 a aclamada e divisiva obra O Homem de Gênio (L’Uomo di Genio). Neste tomo monumental, ele articulou uma tese provocativa e iconoclasta que vinculava diretamente a excepcionalidade intelectual suprema à patologia orgânica incapacitante. Para o olhar clínico implacável de Lombroso, o gênio criativo, a genialidade artística e o intelecto revolucionário não eram dádivas divinas, mas sim, assim como o comportamento criminoso predatório, uma complexa expressão da degeneração biológica e evolutiva.3

Ele teorizou, analisando biografias de figuras históricas ilustres, que os grandes intelectuais, artistas de vanguarda e inovadores científicos invariavelmente sofriam de uma “psicose epiléptica” de caráter disfarçado ou latente. A genialidade esplendorosa seria apenas uma compensação biológica patológica, um mecanismo do organismo para lidar com um desenvolvimento cerebral e neurológico excessivo, assimétrico e fundamentalmente instável. A excentricidade crônica, os arroubos emocionais súbitos, os comportamentos anti-sociais e a frequente melancolia destrutiva e suicida, comumente observadas nos grandes e reverenciados expoentes da humanidade ao longo dos séculos, seriam, sob o prisma lombrosiano, não meros traços de personalidade criativa, mas os cruéis sintomas e manifestações clínicas inegáveis de um estado biológico regressivo.3

Movido por um inesgotável e, por vezes, obsessivo desejo de validar empiricamente esta teoria controversa perante seus pares, Lombroso empreendeu, em agosto de 1897, uma notória viagem a Moscou para participar ativamente do prestigiado 12º Congresso Médico Internacional. Seu objetivo primário, no entanto, extravasava o congresso: ele ansiava por um encontro frente a frente com o gigantesco titã da literatura russa e do pensamento mundial, Lev Tolstói. A missão de Lombroso era estritamente analítica e antropométrica: desejava verificar pessoalmente as supostas anomalias anatômicas degenerativas no crânio, no olhar e no comportamento do aclamado e reverenciado autor, diagnosticando nele a “loucura compensatória” in loco. O encontro, registrado nos anais da história intelectual da época como denso, profundamente tenso e mutuamente antipático, confirmou de maneira enviesada, na visão pré-determinada e inflexível de Lombroso, os laços que ele acreditava serem indissolúveis entre a grandeza intelectual vertiginosa e a instabilidade psíquica perigosa inerente aos homens de gênio.3

O Anarquismo, o Delito Político e o Extremismo Patológico

A força centrípeta da lógica do determinismo biológico de Cesare Lombroso projetou-se inevitavelmente também sobre a esfera e a conjuntura política turbulenta de seu tempo, particularmente em um momento histórico na virada do século onde todo o continente europeu era sacudido pelos aterrorizantes atentados a bomba e magnicídios orquestrados sob o lema da “propaganda pelo ato”, perpetrados de forma feroz por militantes e anarquistas radicais contra chefes de estado e burgueses.24

Em resposta a este clamor e pânico social, Lombroso publicou, em 1894, a obra focada e contundente Os Anarquistas. Fiel à sua metodologia estrita, ele tratou a militância política violenta, os atentados e a insurreição anarquista não como uma reação extrema a injustiças estruturais objetivas do capitalismo ou como um fenômeno ideológico, filosófico e sociológico autônomo. Ao invés disso, reduziu o extremismo libertário a uma inequívoca patologia médico-criminal que exigia a intervenção sanitária.24

Os anarquistas e os formuladores teóricos libertários foram capturados e examinados implacavelmente sob o microscópio reducionista da antropologia criminal lombrosiana. Ele buscou patologizar toda e qualquer forma de dissidência política extrema, caracterizando os idealistas responsáveis por atentados contra monarcas, presidentes e alvos burgueses abastados invariavelmente como indivíduos organicamente doentes, acometidos estruturalmente por delírios de grandeza fanáticos, ataques incontroláveis de epilepsia política ou quadros crônicos de histeria degenerativa.24 Suas soluções “terapêuticas” e políticas propostas aos governos europeus para lidar com a ameaça anarquista combinavam, de forma curiosa e ambivalente, a recomendação de algumas poucas reformas sociais de verniz humanitário — como o combate à miséria extrema e a expansão de políticas educacionais de contenção — com a prescrição de severas e inegociáveis medidas de intervenção e defesa social calcadas no puro determinismo eugênico. Isso incluía, fundamentalmente, a exclusão social sumária, o recolhimento compulsório e definitivo em ambientes asilares psiquiátricos ou o impiedoso desterro geográfico das lideranças do movimento, tratados e classificados não como criminosos políticos racionais, mas como pestes biológicas imunes à razão.24

Criminologia Feminina e o Reducionismo de Gênero: “A Mulher Delinquente”

Outro segmento incrivelmente influente, politicamente controverso e de consequências históricas devastadoras na doutrina de Lombroso centrou-se na análise diferencial e biológica da criminalidade dividida e compreendida segundo as balizas estritas do gênero. No ano de 1893, em estreita colaboração e parceria autoral com o historiador, médico e seu futuro genro, Guglielmo Ferrero, Cesare Lombroso levou aos prelos a sua polêmica e extensiva obra A Mulher Delinquente, a Prostituta e a Mulher Normal (La Donna Delinquente, la Prostituta e la Donna Normale).25

A premissa central, inegociável e fundadora desta obra debruçava-se sobre um aparente mistério estatístico da criminologia empírica do século XIX: por que as mulheres, demograficamente, cometiam e eram condenadas por crimes de sangue e infrações penais violentas em uma proporção assombrosamente inferior aos homens? Para o pensamento lombrosiano, a resposta estava longe de residir no fato de as mulheres possuírem qualquer forma inata de maior virtude moral, altruísmo civilizatório superior ou socialização pacificadora mais eficiente. A conclusão extraída por Lombroso e Ferrero era sombriamente misógina: as mulheres delinquiama substancialmente menos porque, no grande quadro do darwinismo social, elas seriam criaturas evolutivamente inferiores aos homens, biologicamente mais primitivas, possuidoras de uma inteligência craniana menor, instintivamente passivas, dependentes e estruturalmente mais fracas. Essa inferioridade orgânica congênita supostamente reduzia de forma drástica a capacidade física e a astúcia mental feminina necessárias para planejar, organizar e executar com sucesso a violação da lei penal através de atos criminosos violentos, audaciosos ou intelectualmente elaborados.23

A fim de sustentar essa premissa estrutural, Lombroso e Ferrero dividiram meticulosamente a obra em segmentos, estabelecendo de forma arbitrária um arquétipo e um paradigma médico-determinista inflexível fundamentado na sacralização do conceito opressor da “mulher normal”.26 A mulher perfeitamente normal, segundo as diretrizes de ambos os autores, era a personificação fisiológica da passividade burguesa: caracterizava-se invariavelmente pela vocação absoluta à maternidade, por uma docilidade extrema, por um instinto puramente submisso de compaixão emocional sem racionalidade e por uma total, salutar e benéfica falta de iniciativa política ou autonomia profissional.28 Consequentemente, as mulheres que rompiam ativamente com esse rígido padrão biológico, moral e sociológico — ou seja, aquelas que ousavam engajar-se deliberadamente em atividades e esquemas criminosos ou as numerosas mulheres empobrecidas que se voltavam ou eram atiradas à prática contínua da prostituição — não eram, sob a ótica da antropologia criminal positivista, consideradas apenas infratoras legais ordinárias. Elas eram imediatamente tipificadas e diagnosticadas como monstruosidades e verdadeiras aberrações evolutivas. Para os autores, a mulher transgressora era não apenas um erro biológico, mas um ser perversamente “duplamente atávico”, pois ao cometer o crime ou transacionar seu corpo, ela traía não só as leis da sociedade civilizada governada pelos homens, mas também a essência supostamente plácida, materna e inferior imposta pela biologia ao seu próprio gênero.23

A tese fundamental da criminologia lombrosiana feminina foi a de pavimentar e sedimentar a crença científica de que a prostituição sistêmica representava exatamente o análogo feminino biológico do crime nato violento e sanguinário masculino.23 Como a constituição orgânica da mulher era julgada como sendo irrefutavelmente fraca e inepta para executar e dominar a complexidade dos crimes predatórios masculinos mais graves (tais como o homicídio com brutalidade requintada, o grande estelionato financeiro, o roubo meticulosamente organizado a mão armada), os autores argumentavam que o seu obscuro “instinto atávico degenerado” de regressão evolutiva encontrava uma válvula de escape, uma evasão primária e uma via de escoamento no aviltante comércio comercial e irrefreável do próprio corpo.28

A mulher que alcançava o status de genuína delinquente de sangue, por sua vez, era impiedosamente descrita em relatórios antropométricos como possuidora indubitável de qualidades físicas, hormonais e mentais acentuada e grotescamente masculinizadas. Elas exibiriam, na leitura lombrosiana, virilidade morfológica aberrante nos traços faciais, ausência fria de instinto de preservação materno, inclinação a paixões vingativas cruéis, agressividade desmedida e uma volúpia patológica insaciável. Os autores, com forte viés machista de sua época, não hesitavam em apontar frequentemente a histeria clínica diagnosticada, a emotividade irrefreável exacerbada, a ausência do senso de limite e a clássica “esperteza maliciosa e maquiavélica” feminina como sendo traços instintivos completamente inatos à inferioridade evolutiva do gênero que, quando agudamente potencializados e inflamados pelo quadro amplo da degeneração orgânica e física, explodiam invariavelmente na execução incontrolável da conduta criminal punível pelo código penal.23

As implicações teóricas de A Mulher Delinquente não ficaram restritas a um debate inócuo nas altas cátedras universitárias de medicina; estas formulações pseudocientíficas tiveram um impacto concreto, devastador e inestimavelmente duradouro nas práticas de encarceramento e no tratamento judicial dispensado às mulheres pelo sistema penal de inúmeras nações através do final do século XIX e durante grande parte do século XX. A consagração da criminologia clássica aliada ao viés da antropologia positivista forjou e legitimou vigorosamente abordagens jurídicas opressoras, abertamente machistas e insuportavelmente paternalistas por parte dos legisladores e juízes.27

Ao amparar as justificativas das sentenças na obra de Lombroso e Ferrero, o sistema criminológico hegemônico igualou, para fins legais práticos e penitenciários, o conceito biológico de capacidade e maturidade da mulher ao de um “infante”.29 A presunção absolutista de que as mulheres eram, por constituição da própria natureza atávica e fragilidade cerebral, incapazes de profunda e madura autodeterminação moral e intelectual, forneceu o verniz científico inatacável que as instituições do Estado necessitavam para implementar políticas agressivas de controle disciplinar. Acreditava-se que um rígido, panóptico e incessante controle social, moral e penal sobre a vida, a sexualidade e a autonomia de todas as mulheres — independentemente de classe, embora focado punitivamente nas pobres e marginais — não constituía opressão, mas um mal necessário e virtuoso para preservar e proteger a civilização, salvaguardar a imaculada e sacrossanta ordem hierárquica familiar, higienizar os costumes sexuais corrompidos e frear a irrupção da monstruosidade inata feminina.29 Sem surpresas, esse estigma biológico e legal forjado no positivismo do século XIX fixou-se de forma tão contundente na práxis dos tribunais e do pensamento público que atrasou severa e traumaticamente o nascimento e a evolução intelectual da compreensão sociológica da criminologia feminina nas décadas subsequentes. A moderna e necessária criminologia com enfoque de gênero e recorte feminista que emergiria na segunda metade do século XX precisou devotar anos laboriosos de densa pesquisa acadêmica unicamente para combater, desconstruir peça a peça, expurgar e neutralizar essas robustas décadas de dogmas biológicos misóginos que mantiveram a mulher delinquente refém na “sombra e na superfície estigmatizante” dos estereótipos deterministas e lombrosianos.27

O Legado Intelectual e a Batalha pela Agência: Gina Lombroso e Paola Lombroso Carrara

A monumental herança teórica exarada por Cesare Lombroso, com todas as suas controvérsias e seu imenso alcance, não se restringiu de modo algum aos anfiteatros impessoais da academia europeia, aos tribunais e aos austeros laboratórios forenses e prisionais. Seu pensamento esteve onipresente, foi ativamente perpetuado, defendido e, de maneira formidável e profundamente complexa, reinterpretado e subvertido no seio íntimo de sua própria família. As portadoras diretas desse pesado e inescapável bastão intelectual lombrosiano foram as ilustres filhas do psiquiatra: Gina Lombroso Ferrero e sua irmã mais velha, Paola Lombroso Carrara.6

Ambas essas figuras singulares cresceram profundamente imersas na efervescência de estímulos intelectuais contínuos, na circulação vertiginosa das maiores e mais brilhantes mentes da Europa fin de siècle que frequentavam o salão familiar, e sob a pesada sombra do ideário de humanitarismo filantrópico misturado ao determinismo sombrio que perpassava a influente elite acadêmica e burguesa judaico-torinesa daquele período.6 E, de maneira trágica e reveladora para as estudiosas contemporâneas da biografia lombrosiana, ambas as irmãs — brilhantes e tenazes por direito próprio — tiveram que travar uma vigorosa e intermitente batalha vitalícia, psicológica e profissional, para forjar um grau mínimo de autonomia criativa que lhes permitisse transcender o fardo de serem meramente as guardiãs ou os subprodutos vivos e servis da sufocante e colossal imagem do patriarca e de seu império determinista.30

Gina Lombroso: A Médica Dilema e a Intransigente Guardiã do Legado

Gina Elena Zefora Lombroso (1872–1944) traçou um percurso que transpirou as contradições ideológicas latentes do ambiente em que foi forjada intelectualmente. Herdando a tenacidade, o foco exaustivo e a capacidade analítica de seu pai, Gina dedicou-se arduamente aos estudos formais e conquistou a difícil e então rara formação e graduação em medicina, estabelecendo-se não apenas como médica com viés psiquiátrico-criminológico, mas tornando-se também uma das mais prolíficas e lidas escritoras, observadoras sociológicas das mutações da era industrial e influentes divulgadoras científicas atuantes da Itália de sua época.7 Ao unir-se em matrimônio em 1901 com o célebre historiador, sociólogo e militante Guglielmo Ferrero (o indispensável co-autor, ao lado de Cesare, da fatídica obra A Mulher Delinquente), Gina uniu duas imensas dinastias intelectuais italianas e assumiu proativamente o fardo e o dever sagrado de atuar como a biógrafa oficial, sistematizadora arquivística e mais dedicada defensora pública do colossal, porém já atacado, legado acadêmico paterno.31

No ano fundamental de 1915, Gina materializou a defesa integral dessa herança publicando a obra monumental, exaustiva e de caráter incontestável Cesare Lombroso: Storia della vita e delle opere, narrata dalla figlia.32 Este compêndio monumental agiu como o registro oficial e irrefutável do desenvolvimento orgânico da Antropologia Criminal; não apenas detalhando as metodologias médicas de medição ou listando as publicações forenses, mas narrando minuciosamente, e com notável carga passional, as incansáveis lutas de bastidores, as perseguições institucionais, as zombarias na imprensa acadêmica e as impiedosas resistências que o corajoso e inovador determinismo psiquiátrico de Lombroso enfrentou nos redutos intocáveis da medicina moralista tradicional da época e das faculdades de direito clássico dogmáticas.32

Todavia, é precisamente na vasta esfera de suas publicações e análises voltadas ao agudo problema e debate da “condição feminina” que a figura e a pena aguçada de Gina Lombroso revelam de forma palpável a sua faceta mais desconcertante, reacionária e ideologicamente paradoxal. Apesar de ostentar um impressionante e rigoroso background acadêmico, científico e médico, e a despeito de ser uma mulher brilhante desfrutando de protagonismo no duro e masculino debate público da sociedade de seu tempo, Gina Lombroso absorveu perigosamente e defendeu, com intransigência retórica e fervor publicístico, o cruel cerne do determinismo biológico imobilizador ensinado sem trégua por seu pai em relação ao papel subordinado orgânico das mulheres.31

Autora de livros extremamente polêmicos e intensamente criticados pelos incipientes mas vibrantes movimentos de libertação de gênero do início do século XX, tais como Reflexões sobre a vida: A alma da mulher (e suas posteriores divisões temáticas como O livro I: A trágica posição da mulher de 1917, e Livro II: Consequências do altruísmo de 1918), além de densos tratados de economia focados em analisar e alertar sobre as consequências desumanizadoras da rápida industrialização nascente européia (um campo que ela denominou sociologicamente de macchinismo), Gina teceu publicamente e de forma ruidosa duríssimas e elaboradas críticas sociológicas e pseudobiológicas ao nascente movimento feminista e de sufragismo contemporâneo.31

Em seus escritos, Gina advogava com veemência a existência incontornável de abissais e predeterminadas diferenças biológicas e psicológicas inatas entre os sexos, que impediriam a igualdade civil pretendida. Ela argumentava em longos ensaios que a verdadeira e excelsa natureza, a essência imutável e inalienável da constituição mental da mulher, residia no sacrifício familiar e em um doloroso altruísmo orgânico extremo; não havia na morfologia cerebral feminina nenhuma vocação inata, inclinação natural, interesse produtivo real ou capacidade superior voltada para a alta abstração intelectual teórica ou para a disputa selvagem no agressivo e duro campo público da política, dos negócios comerciais e da grande academia teórica machista.35 Na visão fatalista e paradoxal de Gina, a busca das mulheres da nova era por uma ampla igualdade jurídica formal, social e intelectual equivalia a um desastre de magnitude incalculável, uma aberração patológica letal contra a sagrada e rígida lei natural e determinista evolutiva fixada em sua genética orgânica inferior, que apenas e tristemente acarretaria na miséria psíquica irrecuperável do sexo feminino ao retirá-las do refúgio do lar.35

Ironicamente, e de forma trágica que historiadores sociológicos ainda tentam decifrar com precisão e clareza analítica nos dias de hoje, essa mesma argumentação incisiva contra a presença, a emancipação profissional, a ação da mulher moderna na esfera visível do espaço público e sua alegada incapacidade crônica para a formulação de sistemas lógicos complexos foi meticulosamente redigida, estruturada e argumentada por ela. A sua própria e contínua carreira pública como escritora de teses profundas sobre a sociedade atual, conferencista requisitada por toda a Europa e mulher de intelecto brilhante e complexo atuava na contramão de sua própria tese, refutando vivamente a pregação da necessária submissão apática, da passividade irrefreável e da propalada e dogmática inferioridade intelectual imposta e aceita bovinamente como dogma inquestionável na intransigente casa patriarcal lombrosiana.31

Paola Lombroso Carrara (“Zia Mariù”): Pedagogia Pioneira, Engajamento Político e Reforma Social

Paola Lombroso Carrara (1871–1954), a brilhante e combativa irmã mais velha de Gina, forjou o seu próprio e conturbado caminho matrimonial unindo-se, num casamento ideologicamente potente em 1899, ao respeitado e incorruptível médico e cientista legal Mario Carrara, cuja aura de reverência histórica posteriormente viria a ser cimentada na academia italiana não apenas por sua inegável competência técnico-forense, mas por um ato de extrema e destemida coragem civil inesquecível: ele se inscreveu perpetuamente nos anais éticos ao recusar contínua, orgulhosa e publicamente prestar, no ápice do regime totalitário opressor de Benito Mussolini, qualquer juramento formal e de adesão à violenta doutrina política que imperava e manchava o país — o fascismo.6 Divergindo drasticamente do escopo puramente e gelidamente clínico, psiquiátrico e do determinismo resignado que balizou inexoravelmente as atividades diárias e as escolhas temáticas da vida e da militância conservadora de sua irmã Gina, Paola traçou para si mesma um itinerário profundamente enraizado nos movimentos sociais; um caminho que vislumbrava uma ação concreta embasada na força reformadora do jornalismo social atuante, no fomento de uma inovadora pedagogia infantil prática, libertadora e literária e na coragem e paixão por um vibrante engajamento político abertamente crítico ao sistema capitalista de então.6

Adesionando apaixonadamente, na sua vigorosa e ativa juventude, ao ardente ideário da igualdade de classes propagado pelo socialismo humanitário emergente do final do século XIX — um ambiente com o qual as esferas intelectuais abastadas mas progressistas da grande burguesia judaica de Turim frequentemente se misturavam ou debatiam —, Paola colaborou de modo destemido e incansável com a incisiva e crítica imprensa militante e socialista da Itália. O fulgor irrestrito de seus combativos ideais igualitários, e a força incendiária da caneta que impunha contra os abusos laborais da época industrial, custou-lhe não apenas ameaças veladas, mas lhe garantiu severas repreensões judiciais governamentais.6 Em decorrência do teor explícito de seus densos escritos opinativos militantes e jornalísticos de profunda crítica e oposição ao establishment, ela enfrentou e sentiu na própria pele os mecanismos da ação penal, chegando ao ponto traumático de ser sumariamente condenada judicialmente a três meses e meio ininterruptos de duríssimo e humilhante regime de reclusão em cárcere e encerramento em regime de prisioneira do Estado sob a insidiosa e gravíssima acusação criminal estatal de promover publicamente e com insistência uma perigosa incitação à rebelião estrutural, sedição subversiva da ordem e fomentar irrestritamente o odioso e desestabilizador conflito fratricida sistemático e armado e o ódio mortal e revanchista entre as abissais e profundamente desiguais classes sociais industriais que conviviam nas fábricas europeias do seu duro e violento tempo; e embora sua sentença de privação física severa de sua inalienável liberdade de movimentação de cidadã e pensadora tenha sido posteriormente, através de forte intercessão de amigos bem posicionados na burocracia e manobras processuais, brandamente e pragmaticamente comutada pelos juízes e magistrados superiores e revertida para a conversão do pagamento legal exigido através da conversão legal em uma reles, banal e branda reparação via multa civil e pecuniária punitiva, não seria mais silenciada ou dobrada.6

Onde Cesare Lombroso e sua criminologia antropológica, de inclinação profundamente elitista e conservadora em sua aceitação e manutenção das leis biológicas, diagnosticava irrevogavelmente no indivíduo comum o fatalismo esmagador da imperfeição craniana e a marca perene da mácula destrutiva e irremediável imposta desde a concepção ao nascimento na prisão física que os estigmas anatômicos e defeitos da hereditariedade representavam, sua filha socialista, Paola, com extraordinária força, audácia filosófica e esperança imbatível perante a dureza da vida das classes despossuídas e do operariado, concentrou os formidáveis esforços teóricos e as prodigiosas e obstinadas energias diárias da sua incansável vida prática e profissional quase inteiramente na luminosa potência formativa transformadora, reabilitadora profunda, pedagógica empática da mente livre e intocada e não corrompida existente no imaginário criativo e maleável da criança através de uma ótica não-biológica que transpirava os mais caros ideais do humanismo revolucionário.6 Seu laborioso trabalho empírico focado de forma intensa e inovadora no nascente, novo e disputado campo da análise direta da psicologia infantil empírica do pré-guerra — o que notavelmente a consolidou inequivocamente e garantiu o seu importante status no meio não só da história do pensamento como sendo legitimamente considerada, respeitada e referenciada hoje pelos maiores historiadores acadêmicos como sendo inegavelmente uma das efetivamente incontáveis primeiras e audaciosas mulheres que lutou e a ousou sistemática, livre e publicamente se imbuir em adentrar pioneira e de fato no estudo prático da psicologia na dura Itália positivista — permitiu e estimulou-a de tal forma que ela acabou visionária, genialmente delineando o arcabouço inovador que fez com que ela pudesse vir de fato e sem medos na Europa a conseguir antecipar décadas a frente um incontável número robusto de princípios teóricos complexos dos mais inovadores métodos revolucionários de pedagogia social do já moderno, liberto e recém adentrado tenso século XX; ela acreditava de forma inabalável, inflexível, profundamente comovente que todo e qualquer sistema focado, desenhado, imposto verticalmente e operado burocraticamente pela fria e morta educação tradicional vigente no país com vistas à instrução de fato não devesse se pautar na violenta obsessão cega focada a qualquer custo na normatização agressiva para punir e disciplinar a conduta física infantil do jovem com severidade insensível, não devendo nunca engessar e esmagar metodicamente no jovem e com peso burocrático todas as nuances vitais, imaginativas e singulares de personalidade criativa a fim de forçá-los impiedosamente para se adaptar passivos a rígidos moldes ideais engessados precocemente preconcebidos e de submissão do Estado ou da fábrica capitalista, mas ao inverso ela buscava prover um ambiente capaz unicamente em seu mister de sempre com zelo proporcionar, fomentar, propiciar na tenra idade tenramente as condições psíquicas de crescimento adequadas e ideais possíveis pautadas com a primazia extrema em oferecer empatia sincera, espaço da e do estímulo cognitivo do jogo e escuta de relação dialética atenta horizontal) para assegurar do jovem e em especial e primariamente o estímulo total para a florescimento amplo, vivo, liberto de fato da livre da imaginação que fomentaria de forma segura para os pequenos com as quais lidassem os mais e totais desenvolvimentos para o caráter e também plenas expansões do lado ético mais sublime formidável para todas das suas enormes e brilhantes inatas infinitas capacidades.36

Abaixo de seu adorado e posteriormente histórico pseudônimo de vasta fama — as ternas e familiares letras de “Zia Mariù” (em bom português: a bondosa Tia Mariù) — a persistente figura intelectual de Paola teve e operou aliada e através das palavras ao público infante um brilhante, influente, vital e revolucionário papel intelectual autônomo, não apenas como redatora ou editora secundária subordinada e meramente ajudante silenciada de fundo do projeto grandioso, sendo seminal e incontestavelmente formadora direta, determinante matriz inspiradora com mão e cérebro plenos atuantes, influenciadores indispensáveis em tudo aquilo em matéria conceitual teórica basilar no crucial de todas as fases, nas etapas originárias, os ideais para moldar a fase das ideias originais primárias intelectuais complexas necessárias voltadas diretamente à concepção pedagógica fundacional basilar de elaboração estrutural da estrutura da edição da formatação ideal final para a grandiosa gestação intelectual formativa que daria, após toda batalha de gênese criativa, em 1908 no famoso berço para a inesquecível publicação, circulação e subsequente gigantesca e esplendorosa difusão da épica fundação literária social da história europeia: nada mais nada menos a épica e importantíssima pedra basilar com a gênese da lendária obra, criatura magistral inesquecível editorial: no país de sua grandiosa revista infanto-juvenil: o famoso Corriere dei Piccoli — e que logo seria a grande e seminal e amada nação de todos para todos de toda sua geração e tempo para todas sem ser sombra a mais marcante, revolucionária revista inovadora que abalou em toda a culta Península itálica toda e a histórica cultura impressa a sua nação inteira como sendo eternamente consolidada a e reverenciada revista nos anais e glórias e se consolidou para a Itália imortalizada assim para a imortal eternidade histórica do orgulho jornalístico peninsular se tornando de fato primeira grandiosa, histórica e de vasta fama pioneira do nascente novo formato gráfico revista inovadora pautada visual baseada nas narrativas que misturam contos da fantástica da literatura nascente voltada diretamente de modo único para a grande e sonhadora de todos do em de vasta criativa e brilhante literária literatura nascida desenhada inovadora de fato pioneiríssima do país no mercado no quadrinhos que o mundo conheceu da Itália contemporânea da literatura e também arte genial da Itália para todo maravilhoso mercado editorial no para os novos de consumo infantil de todo jovem país do século que do daquele século despontava na do momento da nascente país inteiro que florescia país italiano para e todo a época de fato que viu as para crianças do que foi de e se tornou o século.6

Tornando-se, no interior orgânico, das vibrantes colunas temáticas e editoriais páginas impressas vivas deste inesquecível suplemento de publicação contínua — páginas onde com mão própria brilhante e pena veloz e firme ela cuidava com inabalável dedicação afetuosa rigorosa como a dedicada mantenedora, cuidadora e colunista intelectual das infindas da amada por todos icônica na redação central mantida do imensamente famoso da na seção famosa da admirada e por ela curada seção nomeada La Corrispondenza, exercendo seu labor dialogando com profundo, genuíno, sincero afeto recíproco nas inestimáveis inúmeras linhas escritas com e cartas lidas trocadas em paridade com centenas de incontáveis leitores e centenas de leitores de de as os infantes assinantes ávidos como leais as incontáveis crianças, instruindo os pequeninos e de igual sem a barreira e com igual de leal amada escritora a as suas de dialogando de com sabedoria as grandes grandes complexas difíceis para as grandes e jovens a para a de leais amadas de das mesmas mentes igual para de leal igual de os para os do para crianças em os os leitores com todas na igualdades de forma lúdica complexa para e em sobre moral com grande para sabedoria, abordando sem temores o sobre ética da moral, as descobertas incríveis do sobre mistérios da mundo a nova da grande de ciência humanizada, do cidadania sobre o e as mais belas complexidades a da responsabilidade as maravilhas das e das das da cidadania de sua civil para que país.6 Infelizmente o fato do e é trágico de fato do do que do fato de que do é do do contudo do as embora por se a ser do do do e para a embora a com apesar de fundamental, ser e ter do embora fato ela a da por e a sua força apesar da que que sua da e do o e contudo é a a o a para das de embora e ter ela ela da de de Embora sua liderança sendo e ter incontestável o do de que de a o as a que de se ela da sido indispensável fato que ser o a e para sua ser ser do para essencial da criação ser e genial para de 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